Como receber remessas do exterior banco do brasil?

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Saber como receber remessas do exterior Banco do Brasil é uma dúvida recorrente para exportadores brasileiros que fecham negócios com compradores internacionais. A boa notícia é que o Banco do Brasil oferece mecanismos consolidados para ingresso de divisas, como a carta de crédito e a cobrança documentária, além da possibilidade de depósito direto em conta corrente por meio de transferências internacionais como SWIFT. Contudo, cada modalidade possui regras específicas de câmbio, prazos de liquidação e documentação obrigatória, especialmente no que se refere ao registro no Sistema de Câmbio do Banco Central.

Para quem atua na exportação, entender o fluxo correto de recebimento evita atrasos, custos desnecessários e problemas com a Receita Federal. O BB exige que o exportador apresente a fatura comercial, o conhecimento de embarque e, em alguns casos, o contrato de câmbio fechado previamente. Além disso, é essencial verificar se o valor recebido está compatível com a operação declarada, sob pena de multas.

Neste artigo, você vai entender na prática o passo a passo para receber pagamentos do exterior pelo Banco do Brasil, incluindo as diferenças entre operações com e sem cobertura cambial, e como estruturar esse processo dentro da sua rotina de exportação.

Como Receber Remessas do Exterior no Banco do Brasil: Guia Completo

Receber dinheiro do exterior pelo Banco do Brasil exige o alinhamento de três camadas: dados bancários corretos, enquadramento cambial adequado ao seu perfil (pessoa física ou jurídica) e documentação que comprove a natureza da operação. O BB atua como banco correspondente em milhares de instituições financeiras, o que reduz rejeições em rotas como USD, EUR e GBP, mas não elimina a necessidade de o exportador ou prestador de serviço compreender o fluxo completo antes de emitir a primeira fatura internacional.

Este guia percorre o caminho prático dentro do ecossistema BB — do código SWIFT ao IOF — e inclui comparativos com fintechs que hoje disputam esse mercado com spreads menores. Para operações recorrentes de exportação, a escolha do canal de recebimento impacta diretamente a margem líquida, e não apenas a conveniência operacional.

Entendendo as Remessas Internacionais no Banco do Brasil

Remessas do exterior são transferências de recursos em moeda estrangeira originadas fora do Brasil e convertidas para reais no momento do crédito em conta. No Banco do Brasil, esse processo passa pela mesa de câmbio da instituição, que aplica a taxa de câmbio vigente e registra a operação no sistema do Banco Central (Sisbacen) por meio de um contrato de câmbio.

Diferentemente de uma TED ou PIX doméstico, a remessa internacional envolve pelo menos dois sistemas de compensação: o do país de origem e o brasileiro. Isso explica prazos maiores, necessidade de dados padronizados (como SWIFT/BIC e IBAN) e a incidência de tarifas em ambas as pontas — o banco remetente pode descontar taxas próprias antes mesmo de o valor sair do exterior.

O que são remessas do exterior e como funcionam

Na prática, uma remessa do exterior é uma ordem de pagamento emitida por um banco ou instituição financeira estrangeira em favor de um beneficiário no Brasil. O dinheiro percorre bancos correspondentes até chegar à praça brasileira, onde o BB identifica o cliente, valida a documentação (quando exigida) e executa o câmbio — convertendo, por exemplo, dólares em reais pela taxa de venda do banco.

O enquadramento legal varia conforme a finalidade: exportação de bens, prestação de serviços, transferência de patrimônio, doações ou rendimentos. Cada finalidade possui um código de natureza no Banco Central, e informar o código errado pode travar a operação na etapa de compliance. Por isso, o remetente precisa indicar com precisão o propósito da transferência já no formulário do banco estrangeiro.

Principais modalidades: SWIFT, câmbio manual e contas em moeda estrangeira

O BB processa remessas por três vias principais, cada uma com custo e prazo distintos:

  • Ordem SWIFT (transferência bancária internacional): rota padrão para valores acima de USD 1.000; exige código SWIFT, IBAN e dados completos do beneficiário.
  • Câmbio manual (ordem de pagamento simples): usada quando o remetente envia por casa de câmbio ou banco sem convênio direto; pode demandar saque ou crédito mediante contrato de câmbio específico.
  • Conta em moeda estrangeira (BB Américas ou conta internacional): alternativa para exportadores que desejam manter o recurso em USD ou EUR e converter apenas quando a taxa for favorável.

A conta em moeda estrangeira é especialmente relevante para empresas com fluxo contínuo, pois permite programar a conversão e reduzir exposição à volatilidade. Nesse cenário, ferramentas de hedge cambial passam a integrar a estratégia financeira da operação.

Passo a Passo para Receber Dinheiro do Exterior pelo Banco do Brasil

O processo começa muito antes de o dinheiro sair do exterior: você precisa gerar um conjunto de dados bancários válidos e entregá-los ao remetente sem erros de digitação ou formatação. No BB, a conta corrente tradicional em reais aceita remessas internacionais normalmente, desde que o remetente utilize o código SWIFT correto da agência ou da instituição.

Depois que a ordem é emitida lá fora, o prazo de compensação no Brasil depende da moeda, do país de origem e do horário de corte do banco remetente. Transferências em EUR tendem a compensar mais rápido que USD quando o banco intermediário está na Europa, por exemplo.

Dados necessários para o remetente (código SWIFT, IBAN, agência e conta)

Para receber via SWIFT no BB, o remetente precisa dos seguintes dados:

  • Código SWIFT/BIC do Banco do Brasil: BRASBRRJSBO (para a maioria das agências; confirme com seu gerente).
  • IBAN do beneficiário: o BB adota IBAN para contas brasileiras — formato BR + 2 dígitos verificadores + número do banco (001) + agência + conta.
  • Nome completo do titular: idêntico ao cadastro na Receita Federal e no BB, sem abreviações.
  • Agência e conta corrente: número da agência com dígito verificador e conta sem traços ou pontos.
  • Endereço do beneficiário: alguns bancos estrangeiros exigem endereço residencial ou comercial completo.

O IBAN pode ser consultado no extrato, no aplicativo do BB ou no internet banking, geralmente na seção de dados da conta. Erros no dígito verificador do IBAN são a causa mais comum de devolução automática da remessa, que pode levar até 10 dias úteis para retornar ao remetente.

Como fornecer seus dados bancários ao remetente

O ideal é gerar um documento padronizado — chamado de “instrução de pagamento” ou “bank details” — contendo todos os campos acima em inglês. Inclua também o código de finalidade da remessa (por exemplo, exportação de serviços ou mercadorias), pois o banco estrangeiro pode solicitar essa informação no formulário de envio.

Nunca envie dados bancários por e-mail sem criptografia ou por mensageiros sem verificação de identidade do destinatário. Fraudes de interceptação de e-mail (business email compromise) já causaram desvio de remessas para contas de terceiros em operações de exportação; a conferência por telefone ou canal secundário é uma camada barata de proteção.

Prazos de recebimento e compensação

Os prazos médios no BB são:

  • Transferências SWIFT em USD ou EUR: 1 a 3 dias úteis após a emissão no exterior.
  • Moedas menos líquidas (JPY, AUD, CAD): 2 a 5 dias úteis, dependendo do banco intermediário.
  • Remessas via fintechs parceiras (Wise, Remessa Online) com crédito no BB: minutos a 1 dia útil, pois a conversão ocorre no Brasil e o crédito é feito via TED.

O horário de corte do BB para processar ordens recebidas é geralmente entre 17h e 18h no horário de Brasília. Ordens que chegam após o corte entram na fila do dia útil seguinte, o que pode adicionar 24 horas ao prazo total.

Taxas e Impostos ao Receber Remessas do Exterior no BB

O custo total de uma remessa no BB não se resume à tarifa de recebimento. Ele é composto por pelo menos quatro camadas: tarifa do banco remetente no exterior, tarifa do BB (ou spread cambial embutido na taxa), IOF e eventual diferença entre a taxa de câmbio comercial e a taxa aplicada ao cliente.

Para exportadores, parte desses custos pode ser dedutível na apuração do lucro real, mas exige registro contábil separado de cada componente — não basta lançar o valor líquido creditado em conta.

Tarifas do Banco do Brasil para recebimento de remessas

O BB cobra tarifas que variam conforme o canal e o relacionamento do cliente. Valores de referência:

  • Ordem SWIFT recebida do exterior: entre R$ 100 e R$ 250 por evento, dependendo do pacote de serviços.
  • Contrato de câmbio para exportação: tarifa reduzida ou isenta para clientes PJ com faturamento relevante e contrato de câmbio consolidado.
  • Spread cambial: diferença entre a taxa de referência (PTAX) e a taxa aplicada pelo BB, que pode variar de 1% a 4% dependendo do valor e da moeda.

Clientes pessoa física com conta corrente básica costumam pagar as tarifas cheias, enquanto empresas com gerência de câmbio dedicada negociam condições melhores. Vale pedir a tabela vigente à agência antes de fechar uma operação de valor alto.

IOF e outros tributos incidentes

O IOF sobre operações de câmbio para recebimento do exterior é de 0,38% sobre o valor convertido, independentemente de ser pessoa física ou jurídica. Para transferências de recursos próprios entre contas do mesmo titular (uma conta no exterior para uma conta no Brasil), a alíquota também é de 0,38%, mas há exceções para algumas operações de investimento estrangeiro direto.

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Além do IOF, incidem tributos sobre a natureza do ganho: exportações de mercadorias geram receita tributável no IRPJ/CSLL e podem ter incidência de PIS/COFINS conforme o regime; serviços exportados podem ser imunes a ISS e ter tratamento diferenciado no PIS/COFINS. Para pessoa física, rendimentos do exterior precisam ser declarados no carnê-leão ou na DIRPF — tema detalhado em como declarar remessas recebidas do exterior.

Variação cambial e como ela afeta o valor recebido

A taxa de câmbio aplicada no dia do fechamento do contrato de câmbio define o montante em reais que cairá na sua conta. Uma remessa de USD 10.000 recebida com dólar a R$ 4,90 gera R$ 49.000 brutos; a mesma remessa com dólar a R$ 5,20 gera R$ 52.000 — diferença de R$ 3.000 sem que nenhuma tarifa tenha mudado.

Para mitigar essa oscilação, exportadores podem usar contratos de câmbio futuro ou NDF (Non-Deliverable Forward), que travam a taxa para uma data futura. O hedge cambial é exatamente essa proteção: transforma uma receita incerta em um valor previsível em reais, permitindo precificar com segurança.

Recebendo Remessas para Pessoa Física vs. Pessoa Jurídica

O Banco do Brasil trata de forma distinta os recebimentos de CPF e CNPJ, tanto na documentação quanto na tributação. Enquanto a pessoa física recebe valores pontuais com enquadramento mais simples, a pessoa jurídica precisa manter lastro documental que comprove a exportação ou o serviço prestado, sob pena de ter a operação bloqueada pelo compliance.

Requisitos para pessoa física (CPF, comprovante de origem dos recursos)

Para pessoa física, o BB exige o CPF ativo, conta corrente sem restrições e, dependendo do valor, comprovante da origem dos recursos (contrato de trabalho no exterior, venda de ativo, herança, doação). Remessas acima de USD 10.000 ou equivalentes costumam disparar análise documental obrigatória.

Transferências de recursos próprios — ou seja, dinheiro que já era seu no exterior — têm enquadramento mais simples e IOF de 0,38%. Já rendimentos de trabalho ou prestação de serviços no exterior exigem recolhimento mensal de imposto de renda via carnê-leão, com alíquotas progressivas que podem chegar a 27,5%.

Requisitos para pessoa jurídica (CNPJ, contrato de câmbio, documentação comercial)

Para pessoa jurídica, o fluxo é mais robusto:

  • CNPJ ativo com CNAE compatível com a atividade de exportação ou prestação de serviço internacional.
  • Contrato de câmbio firmado no BB para cada remessa ou de forma consolidada para múltiplas operações.
  • Fatura comercial (commercial invoice) com descrição dos produtos ou serviços, valor, Incoterm e dados do importador.
  • Conhecimento de embarque (BL/AWB) para exportação de mercadorias, comprovando a saída física do bem.
  • Registro de exportação no Siscomex (DU-E) quando aplicável.

O contrato de câmbio é o instrumento que formaliza a conversão da moeda estrangeira em reais e vincula a remessa à operação comercial. Sem ele, o BB não credita valores de exportação em conta PJ, pois a legislação cambial exige o registro da operação no Banco Central.

Alternativas ao Banco do Brasil para Receber Dinheiro do Exterior

Fintechs de câmbio e bancos digitais ganharam participação relevante no mercado de remessas nos últimos cinco anos, principalmente entre pessoas físicas e pequenas empresas. O BB ainda concentra vantagens em operações de grande porte, comércio exterior formal e clientes que precisam de crédito atrelado ao fluxo cambial.

Comparativo com fintechs (Wise, PayPal, Remessa Online) e outros bancos

O comparativo abaixo resume as diferenças práticas:

  • Wise: spread cambial próximo de 0,5% a 1%, tarifa fixa baixa, crédito rápido no BB via TED; ideal para valores até USD 20.000.
  • PayPal: tarifa de recebimento de 4,99% a 7,4% + spread de 3% a 4%; custo elevado para exportadores, mas aceito globalmente.
  • Remessa Online: spread de 1% a 2%, sem tarifa fixa em muitos casos; bom custo-benefício para PJ de pequeno porte.
  • Outros bancos (Itaú, Santander, Bradesco): tarifas similares ao BB, com pequenas variações de spread e prazos de compensação equivalentes.

Para valores acima de USD 50.000, a diferença de spread entre o BB e uma fintech pode ultrapassar R$ 5.000 em uma única operação — o que torna a negociação de taxa no banco tradicional essencial.

Quando vale a pena usar o BB em vez de alternativas

O BB se justifica quando a operação exige contrato de câmbio formal, integração com sistemas de comércio exterior (Siscomex) ou crédito de exportação atrelado ao recebimento. Empresas que operam com estrutura societária complexa, holdings ou joint ventures internacionais frequentemente precisam do lastro documental e da trilha de auditoria que apenas um banco tradicional oferece.

Para pessoa física que recebe esporadicamente valores pequenos, fintechs costumam ser mais baratas e rápidas. Para exportador com fluxo mensal recorrente e necessidade de hedge cambial, o BB — ou outro banco com mesa de câmbio dedicada — tende a entregar mais valor no longo prazo.

Dicas para Evitar Problemas e Agilizar o Recebimento

A maioria dos atrasos em remessas internacionais não vem de falha do banco, mas de dados incorretos fornecidos ao remetente ou de documentação incompleta. Pequenas conferências antes do envio eliminam a maior parte das ocorrências.

Erros comuns que atrasam remessas (dados incorretos, documentos faltantes)

Os erros mais frequentes observados na prática:

  • IBAN com dígito verificador errado: devolução automática pelo sistema SWIFT, com prazo de retorno de até 10 dias úteis.
  • Nome do beneficiário divergente do cadastro: o banco estrangeiro bloqueia a ordem por suspeita de fraude.
  • Finalidade da remessa não informada ou incorreta: o compliance do BB solicita documentos adicionais e o crédito fica pendente.
  • Fatura comercial sem assinatura ou sem descrição detalhada: comum em exportações de serviços, travando o contrato de câmbio.
  • Conta encerrada ou com restrição cadastral: o crédito é recusado e o valor retorna ao remetente.

Antes de enviar os dados ao exterior, confira o IBAN no aplicativo do BB e valide o nome exato que consta no cadastro da Receita Federal. Para PJ, mantenha a documentação comercial organizada e digitalizada, pois o BB pode solicitá-la a qualquer momento durante o prazo de retenção regulatória.

Como acompanhar o status da remessa no BB

O BB oferece acompanhamento pelo internet banking e pelo aplicativo, na seção de câmbio e comércio exterior. O remetente pode fornecer o código de referência da transferência (UETR, no padrão SWIFT GPI), que permite rastrear a ordem em tempo real — recurso disponível para transferências emitidas por bancos que aderiram ao SWIFT GPI, hoje a maioria na Europa e nos EUA.

Se a remessa não aparecer no BB em até 3 dias úteis, solicite ao remetente o comprovante de emissão (MT103) e leve-o à agência. O MT103 contém todos os dados da ordem e permite que a área de câmbio do BB localize o valor mesmo que ele tenha sido desviado para outra instituição por erro de roteamento.

Perguntas Frequentes sobre Receber Remessas do Exterior no Banco do Brasil

Quanto tempo leva para receber uma remessa do exterior no Banco do Brasil?

Entre 1 e 3 dias úteis para transferências SWIFT em USD ou EUR, contados a partir da emissão no banco estrangeiro. Moedas menos líquidas podem levar até 5 dias úteis. Remessas via fintechs parceiras com crédito no BB costumam ser concluídas no mesmo dia ou em até 1 dia útil.

Quais são as taxas do Banco do Brasil para receber dinheiro do exterior?

O BB cobra tarifa de recebimento que varia de R$ 100 a R$ 250 por ordem SWIFT, além do spread cambial embutido na taxa de conversão (geralmente entre 1% e 4%). Clientes PJ com contrato de câmbio consolidado podem negociar tarifas reduzidas ou isenção, dependendo do volume.

Preciso pagar imposto ao receber remessa do exterior no BB?

Sim. O IOF de 0,38% incide sobre toda conversão de moeda estrangeira para real. Além disso, a natureza do recurso define outros tributos: rendimentos de trabalho ou serviços no exterior pagam imposto de renda; exportações PJ entram na base do IRPJ/CSLL e podem ter PIS/COFINS conforme o regime. Para entender as obrigações acessórias, consulte como declarar remessas do exterior para o Brasil.

Qual é o código SWIFT do Banco do Brasil para receber remessas?

O código SWIFT/BIC principal do Banco do Brasil é BRASBRRJSBO. Algumas agências ou unidades de câmbio podem utilizar códigos específicos; confirme com seu gerente antes de fornecer o dado ao remetente.

Posso receber remessa do exterior em conta corrente ou poupança?

Sim, em conta corrente. Contas poupança não aceitam crédito de remessas internacionais no BB — o recurso precisa ser convertido e creditado em conta corrente, e depois pode ser transferido para poupança se desejado.

O que fazer se a remessa do exterior não chegar ao Banco do Brasil?

Solicite ao remetente o comprovante MT103 (ordem de pagamento SWIFT) e verifique se os dados do beneficiário estão corretos. Com o MT103 em mãos, procure sua agência ou a central de câmbio do BB para rastrear a ordem. Se houver erro de dados, o valor retorna ao remetente em até 10 dias úteis e precisa ser reenviado. Para valores acima de USD 10.000, verifique também se o compliance do BB não reteve a ordem por pendência documental — nesse caso, a agência notifica o cliente, mas a mensagem pode cair em spam ou não ser visualizada no aplicativo.

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